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Arquivo para o mês “junho, 2012”

Steve Jobs onstage

Was just browsing through Youtube and ended up watching all 44 minutes of this, as it´s really quite amazing – Jobs introducing first the iPod, then the iPhone, and finally the iPad, spanning 10 years and even sadly showing his worsening health. I put the middle one first as it´s the one you should see if you just wanna watch one. This is not from a fanboy perspective, but it´s just truly remarkable the thought behind all of it. From him dissing the older Blackberry-like smartphones with their plastic keyboards that are always the same for every application, to him justifying the existence of the iPad (paraphrasing, “for there to be a raison d’être for a device between the smartphone and the laptop, that device would have to do some things much better than them; many thought this device was the netbook, but the truth is, the netbook doesn´t do anything better!”), there´s some real genius at work.

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Dear penis

Vou de táxi

Did a check on the woman who just split up from Johnny Depp after 14 years – France´s Vanessa Paradis – and learned that she became famous by releasing a single called “Joe le taxi” back when she was 14. It´s a song I had never heard, except that everybody in Brazil (a certain age, that is) has heard it a bunch of times in the voice of long-time TV presenter Angélica. BTW is Vanessa crazy ugly or is it just in comparison?

Fui ver quem é a mulher que acaba de se separar do Johnny Depp após 14 anos – a francesa Vanessa Paradis -, e vi que ela ficou famosa ao lançar o single “Joe le taxi” aos 14 anos. É uma música que eu nunca tinha ouvido, exceto pelo fato de que todos nós no Brasil (de uma certa idade, isto é) já a ouvimos muitas vezes na voz da Angélica. Aliás, que coisa feia essa francesa.

É foda

como boa parte das discussões só existem porque uma das pessoas é muito burra, e é absolutamente impossível explicar-lhe que é esse o caso, porque isso lhe é completamente inaceitável.

“O problema é que você deixou o requeijão no lugar da maionese!”

“Não, o problema é que você tem a cabeça tão vazia, que consegue ver isso como um problema!”

Mas é claro, este argumento só pode ser compreendido por alguém que não teria feito a reclamação. É o equivalente a discutir com uma porta. As ideias de liberdade de expressão e “falar a primeira besteira que me vem à cabeça, sempre, não importa a situação” se confundem na cabeça desse povo. É o que leva à absurda popularidade da pior invenção do homem, a religião – que basicamente consiste de deixar as pessoas presas na pré-história, num nível anterior ao livro, à ciência, em que o sujeito se satisfaz com a repetição em coro dum texto de ficção, em vez de refletir e tentar ver outros lados (lembrando que a repetição de um canto em coro era o jeito principal de passar adiante a cultura antes da escrita, que nos permitiu parar de usar nossa cabeça pra repetir a cultura, e passar a consultá-la, usá-la como degrau rumo à próxima fase). E o problema, seriíssimo, é que eles não têm o senso de humor para entender a ficção como ficção, e há uma instituição dependente dessa ilusão, e que portanto a reforça e jura que tudo que se diga do contrário leva ao inferno.

A pessoa que acredita na bíblia nunca a cita pensando “por que isto pode estar errado”, mas sempre pregando “por que isto está necessariamente certo, já que foi Deus quem escreveu, e nenhum humano mau-caráter ganha nada com a minha crença”.

E é impossível fazer alguém parar de acreditar em religião, pois a cabeça não funciona num jeito capaz de pensar logicamente, e há sempre uma desculpa. Se a pessoa perder toda a família num acidente terrível em que todos eles queimem por horas antes de morrer, então deve ser um teste de Deus, e o céu será duplamente maravilhoso (e o suicídio para se juntar a eles leva ao inferno, é lógico, pois a Igreja sabe muito bem que você só tem valor vivo). Claro, a pessoa morre, vira comida de minhoca, não vai pra céu nenhum, volta apenas para o seu estado normal de não existir dentro da história do universo (interrompido brevemente por sua vida), e nunca volta para dizer aos outros que estão sendo enganados. É o golpe perfeito!

O único jeito de salvar as pessoas é pegá-las recém-nascidas e banhá-las na ciência, na evolução das espécies, na gravitação universal, e deixar que, já inteligentes, ouçam falar da religião, para então julgar sua pertinência. Infelizmente, quem é capaz de entender a importância disto já entende, e os outros são a maioria. E devem ter o direito de ser burros e expressar sua burrice, pois isto, sim, é sagrado.

So Newt Gingrich´s

been married 20 times. I wonder how much of that is the matters of the heart, of someone who genuinely tends to fall in love and dive head on, and how much is just, you know, the fact that someone who wishes to be president basically needs to be married to have a shot.

Henry Hill,

Que sobreviveu à fúria da máfia que ele colocou na cadeia, morreu hoje, um dia depois de eu ver o filme que conta sua história, Goodfellas. Quem será minha próxima vítima?

Bigger, longer and uncut

This may be the most fun you can ever have watching a movie. No matter how bad South Park gets, it will never erase the brilliancy of Trey Parker in making these songs, basically designed to deliver as many curse words as possible with beautiful melodies and arrangements.

 

 

Gigaom

As we’ve mentioned a number of times, Twitter has been gradually tip-toeing further and further into the media business for some time now. It has already become a real-time newswire for many, a source of breaking news and commentary on live events, and now — with the launch of curated “hashtag pages” like the one it launched late last week for a NASCAR event — it is showing signs of becoming a full-fledged editorial operation. It may not be hiring investigative reporters, but the areas of overlap between what it does and what media companies do is growing, and so is its attractiveness to the advertisers that media entities desperately need to hang onto.

The NASCAR page may not seem like anything to be concerned about, since it appears to be just a typical grouping of tweets collected by hashtag. But there is editorial control behind it as…

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The dark knight rises

from the couch to get some chips, then quickly back. This summer in theaters and Imax. 
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Velharias da MTV (5)

Dois minutos de pura inspiração.

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